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Terça-feira, Julho 10, 2007



Novidade: medicamento para salvar cães e gatos em casos de envenenamento

Medicamento da Vetnil é utilizado pelos donos de pets como primeiro socorros para inibir a ação de substâncias tóxicas que podem causar a morte do animal. Por mais que o dono tenha extremo cuidado com a saúde do seu animalzinho, as situações inusitadas do dia-a-dia mostram que o pet pode ingerir por engano um veneno ou até substâncias tóxicas, podendo levá-lo à morte. Para que seus donos estejam preparados em casos de envenenamento e intoxicações, o laboratório veterinário Vetnil Group apresenta o Enterex como uma das primeiras medidas de tratamento.
O medicamento retém as toxinas e os venenos presentes no estômago e intestino do animal eliminando-os do organismo pelas fezes. Prescrito pelo médico veterinário, o ideal é que o dono do animal mantenha o Enterex em casa para qualquer imprevisto. Deve ser usado via oral, adicionado nos alimentos ou diluído na água, até 24 horas após a ingestão das substâncias nocivas.
O Enterex possui em sua formulação carvão ativado e zeolita, ingredientes que impedem a ação das substâncias tóxicas, e a pectina e o caulim, que protegem a mucosa intestinal. “Por não ter contra indicações, também auxilia no tratamento de diarréias, pois inibe a ação das toxinas produzidas por bactérias”, afirma o gerente de Informação da Vetnil, Douglas Willens de Souza
Para pets, está disponível em saches de 8 gramas ou frasco de 40 gramas para diluição.*Mais informações no site www.vetnil.com ou no SAC 0800.109.197

Portal Brasil Fator
Publicado por CLAUDIA PORTO às 2:35 AM

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Estudo liga os ancestrais dos gatos ao Oriente Médio

Há uns dez mil anos, em algum lugar do Oriente Médio, uma audaciosa gata selvagem rastejou em uma das vilas de acampamentos de humanos, os primeiros a domesticarem trigo e cevada. Ali, ela se sentiu segura de seus predadores da região, como hienas e gatos maiores. Os roedores que infestaram as casas dos colonizadores eram presas suficientes. Vendo que ela estava merecendo sua estada, os colonizadores toleraram-na, e seus filhos brincavam com seus filhotes com prazer.
Ao menos cinco fêmeas das subespécies de gato selvagem conhecida como Felis silvestris lybica completaram essa delicada transição da floresta para as vilas. E dessas cinco matriarcas, todos os 600 milhões de gatos domésticos do mundo descenderam.
Uma base cientifíca para isso foi estabelecida por Carlos A. Driscoll, do Instituto Nacional de Câncer e seus colegas. Ele passou mais de seis anos coletando espécies de gatos selvagens da Escócia até a Mongólia. Depois ele analisou o DNA dos gatos selvagens e de gatos domésticos.
Cinco subespécies de gatos selvagens estão distribuídas pelo Velho Mundo. Elas são conhecidas como gato selvagem europeu, do Oriente Médio, sul-africano, Ásia central e gato do deserto da China. Seus padrões de DNA caem em cinco grupos. O DNA de todos os gatos domésticos estão dentro do padrão do Oriente Médio, deixando claro que essa subespécie é ancestral deles, afirmaram Driscoll e seus colegas em um relatório publicado nesta quinta-feira no site do jornal Science.
Os gatos domésticos do estudo se dividiram em cinco linhagens, baseado em análises de seus DNA da mitocôndria, um tipo que é passado pelas fêmeas. Desde o local arqueológico mais antigo com um gato enterrado, há aproximadamente 9.500 anos, os geneticistas sugerem que os descobridores das cinco linhagens viveram nessa época e foram os primeiros gatos a serem domesticados.
Ao contrário de outros animais domésticos, que foram domados por pessoas, os gatos provavelmente se domesticaram, o que pode ser responsabilizado pela independência arrogante de seus descendentes. “Os gatos estavam se adaptando ao novo ambiente, então o empurrão para a domesticação veio do lado dos gatos, não dos humanos”, disse Driscoll.
Até recentemente, acreditava-se que o gato havia sido domesticado no Egito antigo, onde ele era um animal de culto.

Último Segundo
Publicado por CLAUDIA PORTO às 2:30 AM

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FUMAÇA sob o mesmo teto

Seu bicho virou amigo, é companheiro para o que der e vier, mas, por favor, mantenha-o bem longe do cigarro que você teima em acender

Parar de fumar não está nos seus planos imediatos? Pena. Por você e por todos ao seu redor, incluindo o pet que mora na sua casa. Ele também é vítima das baforadas. Tem gente que nunca parou para pensar, mas o animal doméstico que convive com cigarro do dono é um fumante passivo. E sofre com isso. “Cães e gatos ficam sujeitos a rinites, outras irritações nasais e até câncer”, alerta a professora Maria Lúcia Dagli, do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de São Paulo.
Você já deve ter ouvido infinitas vezes, mas não custa repetir: o tabaco contém dezenas de substâncias cancerígenas e milhares de outras toxinas. Quem está por perto, bichos incluídos, acaba inalando cerca de 85% des se mix venenoso expelido na fumaça (no quadro abaixo, outros riscos do fumo específicos para os felinos).
Alguns trabalhos realizados mundo afora comprovam os efeitos nefastos em animais domésticos. No Brasil ganha destaque o estudo do veterinário Marcello Roza. Em sua dissertação para a Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília, a UnB, ele relata as conclusões de uma pesquisa feita com 30 cães da raça yorkshire. Quinze deles tinham dono fumante. E todos os integrantes desse grupo, sem exceção, apresentaram algum tipo de estrago no sistema respiratório por causa da exposição constante à nicotina, ao alcatrão e companhia.
A encrenca mais comum atende pelo nome de antracose — lesão provocada por partículas de poluentes que se instalam nos pulmões, formando pigmentos negros. O agravamento do quadro pode levar ao câncer pulmonar. E a ameaça cresce se a raça do cachorro for dotada de focinho curto, que não filtra o ar tão bem. Já para os cães que têm essa parte mais alongada, o perigo é um tumor nos seios nasais. “Como o tempo de vida do bicho é breve, a doença se desenvolve mais rapidamente nele”, lembra o veterinário.
As raças mais prejudicadas pelo fumo passivo são as de pequeno porte. É que esses animais tendem a ser mais caseiros e, portanto, ficam mais próximos do dono — e da fumaça do dono. Não é justo com o pobre animal. Então, se você ainda não se convenceu de que o melhor mesmo é abandonar o vício — e por todos os motivos que já está cansado de saber —, pelo menos trate de apagar o cigarro quando seu fiel escudeiro estiver por perto.

QUANDO OS BICHANOS TRAGAM

Segundo estudos do Departamento de Bioestatística e Epidemiologia da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, gatos que vivem em casa de fumante são duas vezes mais vulneráveis ao linfoma felino do que aqueles que não ficam expostos à fumaça alheia. Esse risco cresce quanto maior for o tempo em que são obrigados a inalar as substâncias tóxicas. O linfoma felino bota as defesas do animal no chão — e ele morre.

O FUMO E O TUMOR

Ao serem absorvidos nas células, os componentes do tabaco formam adutos, ou ligações, que se juntam ao DNA — conjunto de moléculas que carregam a informação genética. Isso dispara modificações naquela célula, que tanto podem levá-la à morte quanto tranformá-la em maligna, capaz de originar um câncer.

por Maria Fernanda Ziegler | design Eder Redder

Saúde é Vital
Publicado por CLAUDIA PORTO às 2:28 AM

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Estudo traça origem do gato doméstico até 100.000 anos atrás

O gato doméstico é descendente do Felis silvestris lybica, que surgiu do cruzamento de cinco espécies selvagens, segundo análise genética

WASHINGTON - A linhagem dos gatos domésticos pode ser rastreada até genitores selvagens que cruzaram há mais de 100.000 anos, indica uma nova pesquisa. "Gatos domésticos, incluindo as raças sofisticadas e os gatos selvagens, todos formam um grupo genético que é virtualmente indistinguível dos do Oriente Médio", diz Stephen J. O´Brien, do Instituto Nacional do Câncer dos EUA.
"Portanto a domesticação, certamente, teve lugar no Oriente Médio, que é onde aqueles gatos vivem hoje", acrescentou O´Brien, co-autor de um artigo sobre as origens do gato doméstico, publicado na edição desta semana da revista Science. Também tomou parte no trabalho Carlos Driscoll, da Universidade Oxford.
Trata-se de uma pesquisa com implicações sérias, porque os gatos são um modelo para algumas doenças humanas, como doença policística dos rins e atrofia da retina, explicou Driscoll.
A árvore genealógica dos gatos pode ser traçada até cinco tipos de felino selvagem, mas isso não significa que o animal foi domesticado cinco vezes, disse Driscoll. Em vez disso, as cinco variedades cruzaram entre si diversas vezes, produzindo como resultado o Felis silvestris lybica, que parece ser o ancestral direto do gato doméstico moderno.
"Foi um experimento fantástico quando os animais saíram da vida selvagem", disse O´Brien. "Gatos são conhecidos por sua natureza feroz, letal", acrescentou, e portanto foi uma mudança radical para eles.
Os gatos podem ter sido domesticados várias vezes, disse ele, sendo, no entanto, mais provável que a domesticação tenha ocorrido uma única vez, e que gatos selvagens tenham cruzado com a variedade doméstica original. "Não vi acontecer, mas os dados apóiam isso", afirmou.
Os pesquisadores descobriram gatos selvagens, com DNA idêntico ao dos gatos domésticos, em Israel, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Arábia Saudita.
Estudando o DNA mitocondrial de 979 gatos, domésticos e selvagens, da Europa, Ásia e África, os pesquisadores concluíram que a origem da espécie se desenrolou entre 130.000 e 160.000 anos atrás.
A domesticação do gato começou há cerca de 10.000 ou 12.000 anos atrás, disse O´Brien, no mesmo momento em que os primeiros agricultores domesticaram as primeiras variedades de cereal. Quando isso aconteceu, as lavouras passaram a atrair roedores, e os felinos primitivos adaptaram-se à caça desses animais, entrando em contato com os humanos.

O Estado de São Paulo
Publicado por CLAUDIA PORTO às 2:24 AM

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Gato fica preso em cano de privada no Reino Unido

Bombeiros britânicos foram chamados para resgatar um filhote de gato que ficou preso dentro de cano de vaso sanitário. Em Cotham, Bristol, os donos do aminal ouviram um barulho de queda na água e um choro. Ao correrem até o banheiro, descobriram que o gato não só havia pulado no vaso, mas que entrara no encanamento.
Ele ficou preso logo no começo do caminho, em um cano em forma de U. Após tentarem retirar o animal do encanamento sem sucesso, eles resolveram chamar o serviço de emergência, segundo o site Metro.
Bombeiros chegaram logo depois, retiraram a privada e libertaram o gato, que não estava machucado, mas totalmente ensopado.

Notícias Terra
Publicado por CLAUDIA PORTO às 2:21 AM

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Bela Vista se mobiliza para achar gato e ter recompensa

Casal oferece R$ 100 para quem informar o paradeiro de Pierre, 6 meses
O sumiço de Pierre no sábado à noite está mobilizando moradores da Bela Vista. Donos do gato rajado branco e preto, Vânia Souza Januário de Freitas e seu marido André Luís Cupini, ambos de 26 anos, oferecem recompensa a partir de R$ 100 para quem tiver informações.
Segundo eles, alguns acham absurdo alguém pagar por um gato sendo que há muitos deles soltos pelas ruas. Outros oferecem seus próprios animais, inclusive cachorros, no lugar para conquistar a recompensa.
Tem gente até deixando de trabalhar para procurar Pierre, na Bela Vista. “A minha empregada mesmo trabalhou só meio período e o resto do dia ficou procurando por ele nas ruas”, conta Vânia. Ela comenta que a funcionária de uma barraca de lanches pediu dispensa para a patroa porque queria encontrar o gato. “Falou que valia a pena porque a recompensa é a metade do salário dela”, emenda.
O casal distribuiu cerca de 150 cartazes pelo bairro, com a foto do animal e com informação sobre a recompensa. “Muitas crianças se uniram para buscá-lo. Tem até cinco meninos que vão dividir o dinheiro se encontrarem o Pierre”, comenta Vânia, que é publicitária.
O casal não perde as esperanças de que ele volte. “Todos os dias, quando entramos em casa, pensamos que ele pode estar aqui”, diz Cupini.
Vânia está doente e acredita ser por motivos emocionais. Há dois dias ela apresenta febre alta. “Ele é como um filho para a gente. Nossas mães até o chamam de neto”, comenta.
Isso sem contar a irmã de Pierre, Bete, que já não se alimenta mais, não brinca e quase não sai na rua.
Pierre e Bete completaram 6 meses ontem e moram com o casal desde que eram pequeninos. “Ganhamos de uma vizinha da minha mãe e nos apegamos muito”, acrescenta Cupini.
Quem tiver informações sobre o gato pode entrar em contato pelos telefones: (14) 3227-0392 ou 9118 6835.

Bom Dia Bauru
Publicado por CLAUDIA PORTO às 2:08 AM

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Sábado, Julho 07, 2007



Lei proíbe cirurgias para eliminar latido de cães e miado de gatos

Semana dos Direitos dos Animais será sempre a última de cada mês de setembro

Rio - O governador Sérgio Cabral sancionou a Lei nº 5.048, publicada na edição da última sexta-feira no Diário Oficial, proibindo as cirurgias que visem à eliminação do latido de cães e o miado de gatos. A legislação já está em vigor e vale para todo o estado do Rio de Janeiro.
Da mesma forma, a Lei nº 5.049, sancionada pelo governador e publicada no mesmo Diário, institui a Semana dos Direitos dos Animais no calendário oficial do Estado do Rio. A referida semana, sempre a última de cada mês de setembro, será dedicada ao desenvolvimento de ações, debates, cursos, palestras e seminários que visem à conscientização e à divulgação dos direitos dos animais, domésticos ou não.
Pela nova lei, ficam proibidas as cirurgias de cordoblastia e de cordotomia, assim como qualquer cirurgia que tenha por finalidade a eliminação do latido de cães ou miado de gatos, salvo nos casos em que o procedimento cirúrgico seja vital para salvar a vida do animal.
O descumprimento da legislação acarretará ao responsável multa no valor de 10.000 UFIR-RJ, sujeitando o estabelecimento ou o profissional à cassação ou à não-renovação das licenças estaduais, incluindo a inscrição para fins tributários.
Da mesma forma, a Lei nº 5.049, sancionada pelo governador e publicada no mesmo Diário, instituiu a Semana dos Direitos dos Animais no calendário oficial do estado do Rio. A referida semana, sempre a última de cada mês de setembro, será dedicada ao desenvolvimento de ações, debates, cursos, palestras e seminários que visem à conscientização e à divulgação dos direitos dos animais, domésticos ou não.

O Dia Online
Publicado por CLAUDIA PORTO às 2:09 AM

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Rio Preto - 18/06 24/06

A margem da represa de Rio Preto, próxima do Sesi, virou depósito de gatos abandonados. A superpopulação destes animais incomoda pessoas que utilizam a área para se exercitar.

Bom Dia Rio Preto - Foto: José C. Pereira

OBS: Engraçado esse tal de ser humano... O homem joga fora os gatos com se fossem lixo, e ainda tem o descaramento de ir reclamar que estão incomodando.
Publicado por CLAUDIA PORTO às 2:02 AM

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