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Domingo, Abril 06, 2008
Resolução proíbe cirurgias estéticas em cães e gatos
O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) proibiu ontem, por meio de resolução publicada no "Diário Oficial" da União, o corte de orelha e retirada das cordas vocais de cachorros e a retirada de unhas dos gatos.
A medida também torna não-recomendado o corte da cauda de cachorros.
Os procedimentos, até agora amplamente utilizados, serviam para aproximar o animal de um ideal de beleza.
"A conchectomia [corte da orelha] e caudectomia [corte da cauda] são tradições que alguém criou por entender que os animais ficam mais bonitos nessa condição, mas temos que respeitar o direito deles", afirmou Benedito Fortes de Arruda, presidente do CFMV.
Segundo o texto publicado, "ficam proibidas as cirurgias consideradas desnecessárias ou que possam impedir a capacidade de expressão do comportamento natural da espécie, sendo permitidas apenas as cirurgias que atendam as indicações clínicas".
Uma das formas de expressão costumeiramente barrada por proprietários de cães é o latido, principalmente àqueles que moram em apartamento.
Já o corte de orelha e da cauda de cães e a retiradas das unhas dos gatos é hábito freqüente nas clínicas.
Depois de cortar as orelhas de seu cão, o pit bull Zyon José, 3, o empresário Cesar Tirloni, 27, se arrependeu. Tirloni, de Santa Catarina, disse ter submetido o animal à cirurgia por uma questão estética, para que ele ficasse "parecido com um pit bull". Depois da intervenção, porém, Zyon ficou "jururu", sangrando e sem vontade de comer.
Délio Mendes, criador da raça doberman em Brasília, se diz contra a resolução. Segundo ele, em competições da raça, têm vantagem os cães cujas orelhas são aparadas, seguindo a orientação de uma federação internacional.
"É para satisfazer o ego do dono? É, mas a vaidade tem benefício para o cachorro, que vai poder comer ração de boa qualidade pelo investimento que o dono faz nele", disse.
Em casos de necessidades clínicas, continua permitida a execução dos procedimentos citados. "Nessas situações, é necessária avaliação do veterinário. Pode ter algum caso que tenha necessidade de socorrer, como no caso de um acidente", afirmou Amilson Pereira Said, integrante do conselho.
Criadora da raça schnauzer --em que normalmente se corta a cauda--, Cristiane Favaram disse ter ficado satisfeita com a resolução. "A maior parte das pessoas não visualizam o schnauzer com a cauda inteira. Depois que você convive com isso, passa a gostar", disse.
A resolução também regulamenta cirurgias em animais de porte maior, estabelecendo a obrigatoriedade de condições adequadas para operações, como anestesia e estrutura física da clínica.
Os veterinários que não cumprirem as determinações do CFMV estão sujeitos a processo no conselho de ética e multa.
Folha Online
P.S. Não fiquem calados se souberem de veterinários que estão descumprindo a resolução... DENUNCIEM !!!
Publicado por CLAUDIA PORTO às 9:30 PM
Animais dosmésticos poderão ir ao teatro na Itália
A partir do segundo semestre deste ano, os animais domésticos da região italiana da Toscana poderão acompanhar os seus donos a restaurantes, teatros e museus, caso seja aprovado um projeto de lei regional que permite a entrada de cachorros e gatos nesses estabelecimentos.
O autor da proposta é Fabio Roggiolani, do Partido Verde e presidente da Comissão Sanitária da Região, que garante que a proposta será aprovada com facilidade.
"A maioria está de acordo", comentou o político ao jornal Corriere della Sera, que publicou a notícia.
O projeto de lei prevê o acesso de todos os animais domésticos a locais públicos e meios de transporte, com a condição de que eles estejam saudáveis e limpos.
"Um cartão de saúde mostrará as vacinas tomadas (pelos animais) e o seu estado de saúde", explicou Roggiolani.
Segundo o político, os bichos de estimação "deverão estar presos a uma coleira e não importunar ninguém".
Roggiolani se mostrou confiante na aprovação do projeto, já que "a normativa se adequa perfeitamente ao Estado e à Constituição regional, que proíbe a discriminação dos animais".
"Desconfio daqueles que amam mais os animais que os homens", rebateu Marcella Amadio, conselheira regional da Aliança Nacional (AN).
Amadio julgou essa lei "um golpe com finalidade eleitoral", e se perguntou "como ficam as pessoas que possuem alergia a pêlos".
Agência ANSA
Publicado por CLAUDIA PORTO às 9:21 PM
Gatinho salta de pára-quedas na Rússia
Um gato chamado Garotão se preparou, durante cinco anos, para saltar de pára-quedas. Essa notícia, que mais parece história de filme, aconteceu lá na Rússia.
O gato saltou de uma altura de 1.200 metros. Para você ter uma idéia, isso daria quase quatro Maracanãs (estádio que fica no Rio de Janeiro) em pé!
O dono do gato, o para-quedista aposentado Vladimir Kulikov, disse que treinou seu bichinho durante cinco anos para fazer o salto. Ele falou, também, que o gatinho pareceu gostar da aventura, e que pretende bater vários recordes no futuro.
Agência Plenarinho
P.S. Ou seja, é um idiota total.
Publicado por CLAUDIA PORTO às 9:08 PM
Estudo mostra que gato persa tem origem européia
Apesar de seu nome, o gato persa não é originário da Pérsia, mas provavelmente da Europa Ocidental, segundo um estudo genético realizado nos Estados Unidos.
Confirmando a descoberta feita por uma pesquisa anterior, publicada em junho passado no Journal of Science, o estudo da pesquisadora Leslie Lyons, da Escola de Medicina Veterinária da Universidade da Califórnia, concluiu que os primeiros gatos do planeta são provenientes do Oriente Médio.
A pesquisa de Leslie incluiu 22 raças diferentes de gatos, vindas da Coréia, China, Turquia, Israel, Alemanha, Finlândia, Brasil e Estados Unidos.
Ao traçar a origem genética do gato persa, a pesquisadora descobriu que na realidade o animal tem origem alemã e finlandesa.
Atualmente, os gatos de raça de todo o mundo podem ser geneticamente divididos em quatro grandes categorias: Europa Ocidental, Mediterrâneo, África Oriental e Ásia.
Também o chamado gato abissínio, que na Grã-Bretanha tem esse nome por se acreditar que tivesse sido levado à Inglaterra em 1860 por soldados que voltavam da guerra da Abissínia, não tem origem nessa região e sim na Europa e no sudeste asiático.
Agência ANSA
Publicado por CLAUDIA PORTO às 9:03 PM
Novo "Primeiro Animal" na Rússia
A cadela labrador Koni do presidente russo, Vladimir Putin, como ´primeiro animal de companhia´ da Rússia, cederá seu lugar para um gato siberiano de Dmitri Medvedev, quando ele assumir o cargo de novo chefe de Estado, noticia o jornal ´Moskovsky Komsomolets´.
Svetlana, esposa de Dmitri Medvedev, adotou, em 2001, um animal de estimação, procurando em um gatil por um representante da raça Neva Masquerade, que não era tão popular à época.No entanto, com aproximadamente dois anos o gato morreu, e, passado um tempo, os Medvedev saíram de novo em busca de outro exemplar de Neva Masquerade, que pode chegar a custar até 20 mil rublos (o equivalente a US$ 800).
No gatil, apresentaram ao casal três gatos. "Dorofiei começou a lamber Svetlana, e enquanto conversávamos sobre os gatos, dormiu em seus braços. Depois isso, não foi preciso pensar muito", disse Irina Ilminskaya, dona do gatil. Dorofiéi, que já tem quatro anos, chegou à casa dos Medvedev com dois meses.
A futura primeira-dama inclusive cogitou inscrevê-lo em um concurso para gatos para transformá-lo em um campeão, como tinham sido seus pais, mas não teve tempo para isso.
Dorofiéi é o rei do lar da família dos Medvedev e só se alimenta de comida da melhor qualidade e de carne fresca.
Evidentemente, a feliz convivência familiar é salpicada por curiosas lembranças.
Em uma ocasião, os Medvedev organizaram uma festa em casa e, enquanto saíam para receber seus convidados à porta, Dorofiéi aproveitou para dormir em um dos pratos de porcelana colocados com tanto zelo na mesa destinado aos presentes.
Pravda
Publicado por CLAUDIA PORTO às 9:00 PM
Gato também precisa de prevenção
População precisa ser conscientizada da importância de vacinar os gatos, principalmente para prevenir doenças graves como a leucemia felina
Seu gato é vacinado? A pergunta pode desconcertar muitos criadores de felinos. Se a carteirinha de vacinação dos cães normalmente está em dia, com os gatos a situação é diferente. E eles não estão menos livre de doenças.
Pesquisas mostram que para cada dezena de cães vacinados, apenas um gato recebe a proteção das vacinas. Alguns dados do setor dão a dimensão do atual cenário: hoje, de uma população de 31 milhões de cães no Brasil, 30% são vacinados.
No caso dos gatos, são 4% de animais vacinados para uma população de 15 milhões. O resultado chama a atenção porque a população de gatos cresce muitas vezes mais do que a de cães, o que é atribuído principalmente ao aumento do número de apartamentos no Brasil, já que eles precisam de menos espaço e, para muitas pessoas, têm hábitos mais higiênicos.
“É preciso conscientizar a população da importância de vacinar esse animais, principalmente para proteção de doenças graves e sem cura, como a leucemia felina (FeLV), que ataca o sistema imunológico do animal, facilitando a ocorrência e manifestação de outras enfermidades”, afirma Tiago Papa, Gerente de Negócios Sênior de Animais de Companhia da Fort Dodge Saúde Animal.
Papa explica que, além de altamente letal, outro fator de complicação da doença é que alguns animais infectados apresentam sintomas muito discretos. Artigos publicados na Revista Animals (publicação bimestral da Massachusetts Society for the Prevention of Cruelty to Animals) dão conta de que em populações infectadas apenas 44% dos animais, em média, têm manifestações clínicas evidentes da enfermidade.
Essa particularidade dificulta o diagnóstico e, conseqüentemente, o tratamento, facilitando a disseminação da leucemia felina. Altamente contagiosa, a leucemia é transmitida por vírus. Apesar da denominação, ela nem sempre provoca tumores ou manifestações comuns ao câncer. Nos felinos os sintomas mais freqüentes são anemia, perda de peso, secreção nasal e ocular, diarréia crônica, imunodeficiência, leucemia e linfoma. Os filhotes são mais suscetíveis ao contágio por conta de seu sistema imune ainda imaturo.
No Brasil, a imunização contra a leucemia felina pode ser feita pela vacina Fel-O-Vax LvK IV, da Forte Dodge Saúde Animal. Conhecida como “Quíntupla Felina”, a vacina tem uma quinta fração viral que protege contra a FeLV. Além de prevenir contra a leucemia felina, a vacina confere proteção também contra a panleucopenia (a parvovirose do gato), rinotraqueíte, calicivirose e clamidiose. Essa combinação imuniza os gatos durante um ano contra as doenças mais freqüentes e graves.
Portal Nacional SEGS
Publicado por CLAUDIA PORTO às 8:57 PM
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